Category Archives: TV

Life Unexpected: promessa na CW

CastSemana passada fiz uma maratona de Life Unexpected. Foram tantas as comparações com Gilmore Girls (minha série preferida até hoje) que não pude deixar de conferir. A série agradou, mas confesso que não vi tanta semelhança assim com GG, tirando a relação mãe-filha como centro de tudo. Vou continuar assistindo, mas não empolgou. Minha resenha completa está publicada no OutraCoisa, vão lá ver!

George O’Malley está morto

Esta frase foi um perfeito encerramento para os dois primeiros episódios da 6a. temporada de Grey’s Anatomy.

Todo mundo já sabia que quem ia morrer era George, já que T.R. Knight anunciou bem antes do início da temporada que ia sair da série. Honestamente, acho que foi a melhor solução para ele, porque era notório que George já não tinha mais nenhum propósito ali. Mas foi triste acompanhar toda a situação, desde o último episódio da 5a. temporada até o momento em que Cristina se dá conta de que George O’Malley está morto.

Nestes dois episódios, me dei conta de várias coisas que gosto em Grey’s. Primeiro, não consigo achar um ator no elenco que seja fraco; todos eles brilham em algum momento, e quando não estão brilhando ainda assim são sensacionais. Menção especial nestes episódios para Sara Ramirez, pela cena em que ela confronta o Chefe. E Chandra Wilson é hors concour. Segundo, eu adoro que, mesmo no meio de tanta desgraça, sempre há um momento em que GA me mata de rir. Desta vez foi Cristina sendo rude por causa da falta de sexo, ou Arizona descobrindo o porquê do apelido de Derek ser McDreamy. Mais do que tudo, eu gosto que GA seja uma série que emociona. Lembram da vinheta da Warner “Fulano nos faz sentir”? GA me faz sentir, sempre.

Ah! Martha Plimpton era a atriz convidada dos episódios, como a mãe do menino com dores nas costas. Lembram dela? A Stef, dos Goonies! Ela estava ótima como a mãe desesperada com o filho sentindo dores e sem diagnóstico. Na hora em que ela implora ajuda para Arizona, conseguiu o olhar perfeito, de medo e desespero.

Glee!

Meu amigo Paul passou aqui em casa semana passada com algumas coisas boas.
Finalmente consegui assistir Glee: vi os quatro primeiros episódios até agora
e já deu para ver que a série é uma produção de primeira linha. Mas confesso
que não achei que seja a salvação de nossas TVs como estão falando por aí.
Glee se passa em uma escola em que todos, do loser ao quarterback, sabem
cantar perfeitamente. Até aí tudo bem, nada diferente de qualquer musical. E
todos os personagens de filmes sobre a high school americana estão lá: o
professor idealista, o jogador de futebol de bom coração que tem que manter a
reputação, as cheerleaders malvadas, a mocinha que faz parte do grupo dos
losers mas quer ser popular. Nada que não tenhamos visto antes.
Além disso, alguns dos episódios que vi tem um tom de auto-ajuda que fica muito evidente. “Tenha confiança”, “não tenha medo de ser quem você é” etc etc. Mesmo este sendo o tema da série, a mensagem podia ser mais sutil.
Mas a série tem ótimos momentos. Os números musicais fazem a diferença: os atores tem ótimas vozes, as coreografias são interessantes, e a escolha do repertório é o que tem chamado a minha atenção até agora. O episódio em torno de Single Ladies, da Beyoncé, arrancou risadas genuínas de mim. E o primeiro grande número musical com Don’t Stop Believing, do Journey, empolgou. Além disso, alguns diálogos e tiradas são muito bem sacados.
Entre os personagens, não tem como não torcer por Will (Matthew Morrison) e Emma (Jayma Mays). Ela é uma maníaca por limpeza apaixonada pelo professor Will, o responsável pelo Glee Club que está preso em um casamento infeliz, dividido entre seguir suas paixões e correr atrás do dinheiro. E Jane Lynch acerta mais uma vez com a técnica de cheerleaders Sue Sylvester. Ela realmente não parece ter nenhum sentimento dentro dela que não seja a vontade de vencer e de esmagar as pessoas de quem não gosta. Parece horrível, e é, mas alguns dos momentos mais engraçados são dela..
Vou continuar acompanhando Glee, principalmente porque sou fã de musicais e a série é divertida. Mas não pulou para o topo das minhas séries favoritas, nem de longe.

Meu amigo Paul passou aqui em casa semana passada com algumas coisas boas.  Finalmente consegui assistir Glee: vi os quatro primeiros episódios até agora e já deu para ver que a série é uma produção de primeira linha. Mas confesso que não achei que seja a salvação de nossas TVs como estão falando por aí.

Glee se passa em uma escola em que todos, do loser ao quarterback, sabem cantar perfeitamente. Até aí tudo bem, nada diferente de qualquer musical. E todos os personagens de filmes sobre a high school americana estão lá: o professor idealista, o jogador de futebol de bom coração que tem que manter a reputação, as cheerleaders malvadas, a mocinha que faz parte do grupo dos losers mas quer ser popular. Nada que não tenhamos visto antes.

Além disso, alguns dos episódios que vi tem um tom de auto-ajuda que fica muito evidente. “Tenha confiança”, “não tenha medo de ser quem você é” etc etc. Mesmo este sendo o tema da série, a mensagem podia ser mais sutil.

Mas a série tem ótimos momentos. Os números musicais fazem a diferença: os atores tem ótimas vozes, as coreografias são interessantes, e a escolha do repertório é o que tem chamado a minha atenção até agora. O episódio em torno de Single Ladies, da Beyoncé, arrancou risadas genuínas de mim. E o primeiro grande número musical com Don’t Stop Believing, do Journey, empolgou. Além disso, alguns diálogos e tiradas são muito bem sacados.

Entre os personagens, não tem como não torcer por Will (Matthew Morrison) e Emma (Jayma Mays). Ela é uma maníaca por limpeza apaixonada pelo professor Will, o responsável pelo Glee Club que está preso em um casamento infeliz, dividido entre seguir suas paixões e correr atrás do dinheiro. E Jane Lynch acerta mais uma vez com a técnica de cheerleaders Sue Sylvester. Ela realmente não parece ter nenhum sentimento dentro dela que não seja a vontade de vencer e de esmagar as pessoas de quem não gosta. Parece horrível, e é, mas alguns dos momentos mais engraçados são dela..

Vou continuar acompanhando Glee, principalmente porque sou fã de musicais e a série é divertida. Mas não pulou para o topo das minhas séries favoritas.

House of the Undead

Se você já jogou Left 4 Dead e conhece House, não tem como não achar esse poster épico:

House of the Undead

Se houvesse um apocalipse zumbi, eu ia querer o House do meu lado, com certeza.

Superpato nos Vingadores?

Com a bomba de ontem, a notícia que a Disney comprou a Mavel por US$4bi, o que não faltou foram piadas brotando o dia inteiro no Twitter. Sue Richards, Jean Grey e Mary Jane agora são Princesas; o Homem-Aranha vai prender os Irmãos Metralha, e por aí vai.

Mas é claro que são só piadas. Vejo a relação entre Disney e Marvel se desenrolando como o que acontece entre Time Warner e DC Comics: uma não interfere muito no trabalho da outra e todo mundo toca sua vida. O mais importante para a Warner é ter os personagens mais icônicos dos quadrinhos dentro do seu catálogo, e assim poder lançar filmes, séries e zilhões de produtos. A maneira como a DC desenvolve as histórias no dia a dia não tem muita importância no todo, até porque os quadrinhos não tem o impacto da divisão de filmes e TV (com essas sim o buraco é mais embaixo: a divisão de TV vive sendo embarreirada de mostrar histórias que eles querem desenvolver no cinema).

A Disney, agora, fica na mesma posição da Warner. Adquiriu um catálogo de 5 mil personagens, vários roteiros para o cinema que já estavam em desenvolvimento, algumas franquias de sucesso na telona como Homem de Ferro e X-Men (se bem que, depois de X-Men III e o Wolverine, sei não) e o know-how da Casa das Idéias sobre produção e distribuição de quadrinhos, uma vez que a produção de quadrinhos Disney é terceirizada. Pensem só no número de atrações que podem surgir nos parques Disney agora. Enfim, acho que a Disney entrou nessa com um olhar muito maior do que se preocupar com os quadrinhos e querer fazer crossovers.

Avante, Vingadores!

Avante, Vingadores!

Isto também pode representar uma tentativa da Disney de tornar sua marca não só sobre Princesas e Patos, deixá-la mais cool (sem pedras, eu adoro os Patos. E não tenho nada contra as Princesas, se meu afilhado fosse menina, teria todas). Não adianta você distribuir Lost por aí se ninguém associa a série à sua marca. Com personagens de quadrinhos indo para o cinema com o castelo da Cinderela no começo do filme, fica bem mais fácil identificar uma coisa com a outra. Mas aí, só o tempo dirá se essa é mesmo a estratégia.

Kinetic type, ou cinema e TV vistos de outra maneira

Se você gosta de design e tipografia, certamente já ouviu falar em kinetic type. Além de ser a técnica usada em créditos de filmes, o YouTube está cheio de vídeos em que cenas inteiras são recriadas com animações das frases. O primeiro destes vídeos que eu vi foi este aqui, com as cenas mais memoráveis de Samuel L. Jackson em Pulp Fiction:

Este, de Star Wars – Uma Nova Esperança, é fantástico:

Também adorei este, especialmente o “star destroyer” e o salto para o hiperespaço:

Uma cena que precisava de uma releitura assim é esta, V se apresentando para Evie em V de Vingança:

Tem muito mais no YouTube. Mas ainda não achei um de Kill Bill que empolgasse. Alguém? :P

Hoje é dia de finale de Lost!

Como só hoje vou conseguir assistir o episódio, comemoro meu finale day hoje. Em homenagem a este dia tão feliz, um vídeo com o qual muita gente vai se identificar:

Dica da Bel, do Geek me Up.