Defina música pop em 4 acordes
O grupo de comédia australiano Axis of Awesome mostrou com quantos acordes se faz uma música pop de sucesso. Com apenas quatro, eles tocam um medley de músicas famosas. É épico:
O grupo de comédia australiano Axis of Awesome mostrou com quantos acordes se faz uma música pop de sucesso. Com apenas quatro, eles tocam um medley de músicas famosas. É épico:
Sabe aquele dia cheio de empolgação, em que você quer ouvir uma trilha sonora que combine e te faça sair cantando? Ou aquele momento em que você quer afogar as mágoas e precisa de uma playlist para completar a cena? Nem sempre a gente acerta quando tenta montar uma lista no iPod, fora que dá um trabalhinho, de repente o momento até passa.
Pois é para isso que serve o StereoMood, um serviço que recomenda músicas baseado no seu humor ou situação do momento. Eles têm sugestão para tudo: tristeza, alegria, romantismo, otimismo, solidão, engarrafamento, manhã de domingo, dirigindo pela Rota 66… tem de tudo. O legal é que você define, através de tags, qual o humor/situação que a música representa. Também dá para criar playlists com suas músicas preferidas.
Eu adorei. Certamente me economizou os momentos em que eu fico parada com o cursor piscando no campo de pesquisa do Grooveshark, tentando definir qual a banda ou música que eu quero ouvir baseado no meu pique do momento. Porque vocês sabem, na hora em que precisamos esquecemos todas as bandas/cantores/músicas de que já ouvimos falar.
A primeira música que apareceu para mim foi essa aí embaixo. Deixo para vocês descobrirem qual meu humor no momento…
Parece que a tendência do visual 8 bits chegou mesmo para ficar. Agora é a vez do vilão mais afinado da internet ganhar uma versão com jeito de videogame dos anos 80. Doctor Octoroc, um fã de Dr. Horrible’s Sing-a-Long Blog, resolveu fazer uma homenagem ao trabalho de Joss Whedon e criou a versão adventure game da história do Doutor (Neil Patrick Harris) e sua luta para entrar para a Evil League of Evil, enquanto tenta conquistar sua amada Penny (Felicia Day, fofa) e derrotar seu arqui-inimigo e suposto herói da história, Captain Hammer (o sempre maravilhoso Nathan Fillion) . É fantástico, tanto o original quanto a versão 8 bits.
Doctor Octoroc acabou de finalizar o Ato 2 do musical, e vocês podem ver as duas partes aqui. Corram!
Este vídeo rodou a internet em uma velocidade impressionante hoje. Mas não é para menos: o curta de Patrick Jean faz homenagem à infância de muita gente, levando para as ruas de Nova York um ataque de peças de Tetris, Space Invaders e o nosso grande herói, Pac-Man. Confiram, de preferência em HD.
Dica do Boing Boing.
Os caras do College Humor acertaram de novo. Uma paródia do vídeo Parisian Love, do Google Search Stories.
O Cracked é o meu site de humor preferido. Suas listas e artigos são sempre hilários, e a melhor parte é que muitos artigos são baseados no nonsense do dia-a-dia na política, cultura pop, esportes etc, o que deixa tudo muito mais engraçado.
Desta vez, eles publicaram um trailer para todos os filmes vencedores do Oscar, desde sempre. Uma piada com todos os clichês Hollywoodianos que adoramos. Vejam só:
Esse vídeo me lembrou um dos melhores quotes do Bash.org. Que aliás é um dos sites mais productivity-killers ever, preciso entrar lá muito focada para não começar a navegar.
Este meme já fez amigo meu rolar no chão, literalmente, de tanto rir. Não foram poucas as noites de mIRC em que esta música começava a tocar do nada no canal, para comoção geral. Se ele conseguiu tanto sucesso na internet, é porque estes roedores abriram o caminho. Com vocês, o inesquecível Hamsterdance.
Você com certeza já deve ter visto o novo Rick Roll: o Trololololo Guy. Ele se chama Eduard Hil, é um cantor russo que soltou a voz em um programa de TV em 1976. Hoje Eduard está aproveitando seus 15 minutos de fama e quer que a internet escreva as letras para sua próxima música. Hil quer cantar junto com toda a rede no maior sing-a-long da história. Olha só:
Hil já apareceu em um programa russo vendo paródias de seu vídeo no YouTube. Ele é fofo!
Aqui ele canta de novo, 34 anos depois:
E aí, quem se habilita a escrever uma nova letra para Eduard Hil, o sucessor de Rick Astley?
O GeoCities fecha hoje. Eu sou uma pessoa meio nostálgica, e em datas como esta sempre rolam os momentos “lembra quando…”. Mais especificamente, estou lembrando como era acessar a internet em 1996, quando comecei a navegar no meu Aptiva 486 DX4-100, que tinha de HD menos do que eu tenho de memória RAM hoje.
Antes da internet, enquanto minha mãe relutava para liberar o acesso à (e a conta do telefone, como fica?), eu usava o HyperTerminal do Windows para conversar com meus amigos da escola. Nem lembro dos comandos hoje, só que envolviam vários “a”s. Mas quando fiz aquele primeiro contrato com o Openlink, a vida mudou. Com a potência do meu modem de 14.4Kbps, eu podia navegar pelo mundo todo! Páginas de fãs de Lois & Clark, letras de músicas, páginas e páginas sobre Star Wars. Eu tinha uma mega coleção de arquivos de áudio e imagens dos filmes, que eu perdi em algum HD formatado ou CD perdido. Aliás, CD nada, nessa época ainda era disquete de 3 1/2″. Além disso, ainda tinha os fanlistings, muita gente colocava em uma página do GeoCities (porque a chance de ser outro serviço nessa época era pequena) seus números de ICQ para conhecer outros fãs. Conheci muita gente de fora e alguns brasileiros fãs de Star Wars dessa maneira.
Meu primeiro contato com pessoas em tempo real na internet não foi pelo chat do UOL, eu odiava aquilo. Achava aquele chat pela web ruim, demorava para carregar. Então, entrei no IRC. Dependendo do canal, era tudo muito engraçado. Mas eu também não queria conversar com o pessoal daqui, porque com brasileiro eu falava todo dia, oras. Vou entrar nas redes de IRC americanas: Undernet, Dalnet, Efnet. Conheci um menino inglês que chegou a me ligar algumas vezes, mas a gente sempre se desencontrava e eu nunca consegui atendê-lo. Aos poucos, o mundo ia se abrindo.
O grande salto veio com as listas de discussão. Aí eu mergulhei de vez. A primeira lista brasileira que entrei foi da Virtualand, de Star Wars também. Entendam, já era 1999 e além de ter pirado em ver as Edições Especiais no cinema, essa era a época da espera por Episódio 1 (ah, se eu soubesse naquela época o que sei hoje). Foi então que além de usar a internet para ir para os confins do mundo, comecei a conhecer, através dela, gente muito boa daqui também. E o resto é história.
Audiofind, Napster, Audiogalaxy, Kazaa, Morpheus, Soulseek. mIRC, SWScript, ICQ, MSN, Gtalk. Eudora, Outlook Express, Gmail. Jedi Knight, WarCraft III, World of Warcraft. Quem está nessa desde o início já passou por muita coisa. E eu lembro como era antes. Por isso, no que muitos podem chamar de atitude elitista ou geek ao extremo, fico um pouco espantada com quem acha que a internet se resume a orkut + MSN. IMs e redes sociais têm seu papel importantíssimo, mas limitar sua experiência na rede a isso é perder a chance de expandir horizontes para além do seu quarto. Hoje as comunidade por interesses tem um papel tão importante quanto a comunidade geográfica. Eu não consigo me imaginar de fora disso, e não consigo entender pessoas que não dão valor ao que a internet representa, não enxergam o tamanho e a quantidade de possibilidades.
Enfim, para deixar a nostalgia no ar, dois links. O primeiro é o xkcd, que preparou uma homenagem ao GeoCities. E o segundo é uma coleção de gifs de páginas em construção. Ah, meus tempos.
Quero dar uma procurada neste baú e encontrar alguns memes cláááássicos dos últimos 13 anos de internet.
Lembram desse? Depois dele, nunca mais consegui ouvir I Will Survive da mesma maneira.